sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Algumas Falhas

a) A postura de alguns animadores de canto nem sempre tem proporcionado um clima de oração e interiorização. Às vezes, tem-se mais “ruído” e distração do que contemplação e louvor. Em alguns casos a música é vista como algo complementar e que serve apenas para quebrar a monotonia de algumas celebrações.

b) Muitos animadores de canto, por falta de formação litúrgica, desconhecem os critérios para a escolha dos cantos de uma celebração, esquecem que o canto é funcional, ou seja, tem uma função a exercer na liturgia.

c) Muitos desconhecem a hierarquia dos cantos, já que alguns são “elementares”, e por isso mesmo, mais importantes e necessários; outros são “acessórios”, e conforme as oportunidades são dispensáveis.

d) A adequação dos cantos a cada tempo litúrgico, a cada festa, tipo de celebração, tipo de assembléia, passa às vezes, totalmente despercebidos pelos animadores de música.

e) Observa-se uma total separação entre canto e liturgia. Canta-se “na” liturgia qualquer música religiosa, ao invés de se cantar “a” liturgia.

f) A questão da comunicação também e problemática, apresentando alguns problemas que não favorecem a execução do canto: instalação inadequada do som, abuso do microfone, que abafa a voz da assembléia, bandas e grupos não integrados com a equipe de celebração, etc.

g) A mudança constante de repertório faz com que o povo não aprenda bem nenhum canto, ficando impedido de participar com gosto e prazer, uma vez que a repetição, em matéria de música, é fundamental no aprendizado.

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